Eu sou a mulher do chocolate - nunca neguei, não nego, não vou negar. Sou assim e nota-se bem nas minhas ancas.
Mas há uma sobremesa que me deixa fora de mim e não resisto em escolhê-la mesmo quando há dúzias de outras opções com chocolate.
TARTE MERENGADA DE LIMÃO
Até merece ser escrita em parágrafo isolado e em maiúsculas. Porque quando me sento à mesa e escolho o prato principal dou logo uma vista de olhos às sobremesas. E, já agora, não gosto nada da mania dos menus separados - um para entradas e pratos, outro para bebidas, outro para sobremesas. O que é isto?? Eu quero saber se há sobremesas que valham a pena para poder enfardar-me à vontade ou não com o prato principal conforme a escolha!!
Olho para as sobremesas. Mousse de chocolate? I'm done tasting those. Chiffon de chocolate? E um bocadinho de imaginação, não há?
Não havendo opções criativas, diferentes do habitual, escolho algo com chocolate. A menos que haja tarte merengada de limão. Não me interessa que haja uma sopa de frutos vermelhos sobre gelado de nata. Não me interessa que o brownie tenha frutos secos. Quero a tarte.
Mas nem sempre corre bem. Já me aconteceu dar a primeira garfada e pensar: foi nisto que desperdícei as calorias reservadas à sobremesa?
Aqui entre nós, isto aconteceu-me no Campagnia, que adoro. Mas aquela tarte deprimiu-me.
Já comi muitas tartes merengadas de limão nas minhas expedições. Não sei dizer se por a memória ser recente, se por a companhia ter complementado o sabor, se por outro motivo. Mas a tarte que comi sábado no Magnolia do Campo Pequeno era delicioso. O toque certo de limão, o toque certo de açúcar, uma base consistente mas não paposa nem enjoativa, e um merengue denso, firme, ligeiramente tostado mas que não se sobrepôs ao limão.
Havia tarte merengada de morango. Tarte de chocolate.
Não quero saber. Foi como um bom par de sapatos altos: amor à primeira vista. Worth every cent.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Starbucks no Allegro
O Starbucks abriu ontem no centro comercial Allegro (Alfragide). Aproveitei o facto de ter de ir fazer compras para provar J
Primeiras impressões…
1. Serviço desorganizado: eu sei que foi o primeiro dia, e naturalmente haveria uma grande fila de espera. Não me queixo, não esperei assim tanto (a fila ainda estava dentro do café quando lá cheguei – por oposição a estar já bem fora do café quando saí). Mas causa-me alguma confusão não servirem os pedidos por ordem de chegada e pedirem o nome das pessoas para escrever no copo. E acho que se enganaram no nosso pedido, servindo um tamanho diferente do já pago… Mas ninguém tem cabeça para reclamar depois da espera e na confusão da multidãozita.
[Grito da Senhora do Lado de Lá do Balcão] Sara! Aqui está o seu capuccino.
[Sara, Que Possivelmente Não Queria Que Uma Cambada de Desconhecidos Soubessem Como Se Chamava] Falta o chocolate quente.
[Senhora do Starbucks com um Sotaque Algo A-Espanholado] Ah… [2 Minutos Depois] Aqui está, obrigada, boa noite… [Grito] Filipe! [Que foi servido antes da Maria, da Ana e da Paula, que chegaram primeiro.]
2. Produtos de grande qualidade: Frapuccino muito agradável, diferente do que é servido nos outros coffee-shops que conheço em Lisboa. Bolacha com Pepitas de Chocolate fantástica! Bem gostava de sacar aquela receita de algum lado. A massa não é seca ou dura como as que se costumam provar em Portugal. É mais "gooey". Não quero pensar nas calorias que ingeri em menos de 10 minutos.
3. Preços demasiado elevados: Eu sei que têm a marca a defender – não é um coffee-shop qualquer, é o Starbucks!! Mas pagar mais de 9 euros por dois frapuccinos médios e uma bolacha acho demais. Dizem-me que nem em Espanha é tão caro.
É um bom sítio para um mimo. Mas acho que não volto tão cedo – porque não vale a pena lá ir para beber um simples café, que mesmo assim ultrapassa e bem o preço habitual.
SUGESTÃO DE SAÍDA AMERICANA no Allegro: Ir ao Foster's Hollywood, comer ribs, e acabar com a sobremesa e o café no Starbucks…
Hummmmmm….
Primeiras impressões…
1. Serviço desorganizado: eu sei que foi o primeiro dia, e naturalmente haveria uma grande fila de espera. Não me queixo, não esperei assim tanto (a fila ainda estava dentro do café quando lá cheguei – por oposição a estar já bem fora do café quando saí). Mas causa-me alguma confusão não servirem os pedidos por ordem de chegada e pedirem o nome das pessoas para escrever no copo. E acho que se enganaram no nosso pedido, servindo um tamanho diferente do já pago… Mas ninguém tem cabeça para reclamar depois da espera e na confusão da multidãozita.
[Grito da Senhora do Lado de Lá do Balcão] Sara! Aqui está o seu capuccino.
[Sara, Que Possivelmente Não Queria Que Uma Cambada de Desconhecidos Soubessem Como Se Chamava] Falta o chocolate quente.
[Senhora do Starbucks com um Sotaque Algo A-Espanholado] Ah… [2 Minutos Depois] Aqui está, obrigada, boa noite… [Grito] Filipe! [Que foi servido antes da Maria, da Ana e da Paula, que chegaram primeiro.]
2. Produtos de grande qualidade: Frapuccino muito agradável, diferente do que é servido nos outros coffee-shops que conheço em Lisboa. Bolacha com Pepitas de Chocolate fantástica! Bem gostava de sacar aquela receita de algum lado. A massa não é seca ou dura como as que se costumam provar em Portugal. É mais "gooey". Não quero pensar nas calorias que ingeri em menos de 10 minutos.
3. Preços demasiado elevados: Eu sei que têm a marca a defender – não é um coffee-shop qualquer, é o Starbucks!! Mas pagar mais de 9 euros por dois frapuccinos médios e uma bolacha acho demais. Dizem-me que nem em Espanha é tão caro.
É um bom sítio para um mimo. Mas acho que não volto tão cedo – porque não vale a pena lá ir para beber um simples café, que mesmo assim ultrapassa e bem o preço habitual.
SUGESTÃO DE SAÍDA AMERICANA no Allegro: Ir ao Foster's Hollywood, comer ribs, e acabar com a sobremesa e o café no Starbucks…
Hummmmmm….
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A minha mana também gosta de sobremesas gourmet :)
Se não ficasse mal uma não-crente invocar o nome do senhor, acrescentava ao título do post "haja deus".
No sábado fui queimar calorias com a minha irmã, mas depressa decidimos repô-las com um fantástico petit gateau no Jeronymo's do Picoas Plaza. Dica: bolos com nome em francês (croissant não é bem um bolo!) num sítio com bom aspecto, que não seja o café da esquina, serão possivelmente para degustação e não para compensar uma imaginária falta de açúcar no sangue.Gourmet não é coisa para os que comem para encher o estômago, nem para os que engolem tudo o que está no prato sem de facto provar, nem para os que vêm televisão enquanto comem, nem para os que não têm tempo para comer. Comida gourmet é servida em doses muito pequenas, e o objectivo é saborear. É alimento para o espírito e não para o corpo.
Parece que este pequeno presente que nos oferecemos (ou melhor, que a minha irmã me ofereceu, porque eu não paguei nada!) fomentou o desejo de fazer petit gateaux em casa. Lá foi a minha mana à procura de uma receita caseira, que partilhou comigo (haja deus). Eu vou tentar não fazer os bolinhos… Façam vocês e digam se a receita é boa :P
http://www.culinarias.net/receita/?1118/Petit_Gateau/
120 gr de chocolate meio amargo
100 gr de manteiga
2 ovos
2 gemas de ovo
1/4 chávena de chá de açúcar
2 colher (sopa) de farinha de trigo
Pique o chocolate em pedaços e derreta em banho-maria, junte a manteiga, mexendo até que fique homogéneo, liso e brilhante. Numa tijela, bata os ovos, as gemas e o açúcar até que os ingredientes fiquem bem incorporados. Retire o chocolate do fogo e junte aos poucos os ovos misturados. Mexa até que os ingredientes estejam integrados. Misture suavemente a farinha de trigo. Unte forminhas pequenas, próprias para petit gateau, com manteiga e farinha e asse em forno pré-aquecido a 250ºC, por cerca de 7 até 10 minutos (teste uma forminha antes, para saber a temperatura correcta de seu forno. O petit gateau deve estar consistente por fora e mole por dentro); Desenforme num prato e sirva acompanhado com gelado de creme.
No sábado fui queimar calorias com a minha irmã, mas depressa decidimos repô-las com um fantástico petit gateau no Jeronymo's do Picoas Plaza. Dica: bolos com nome em francês (croissant não é bem um bolo!) num sítio com bom aspecto, que não seja o café da esquina, serão possivelmente para degustação e não para compensar uma imaginária falta de açúcar no sangue.Gourmet não é coisa para os que comem para encher o estômago, nem para os que engolem tudo o que está no prato sem de facto provar, nem para os que vêm televisão enquanto comem, nem para os que não têm tempo para comer. Comida gourmet é servida em doses muito pequenas, e o objectivo é saborear. É alimento para o espírito e não para o corpo.
Parece que este pequeno presente que nos oferecemos (ou melhor, que a minha irmã me ofereceu, porque eu não paguei nada!) fomentou o desejo de fazer petit gateaux em casa. Lá foi a minha mana à procura de uma receita caseira, que partilhou comigo (haja deus). Eu vou tentar não fazer os bolinhos… Façam vocês e digam se a receita é boa :P
http://www.culinarias.net/receita/?1118/Petit_Gateau/
120 gr de chocolate meio amargo
100 gr de manteiga
2 ovos
2 gemas de ovo
1/4 chávena de chá de açúcar
2 colher (sopa) de farinha de trigo
Pique o chocolate em pedaços e derreta em banho-maria, junte a manteiga, mexendo até que fique homogéneo, liso e brilhante. Numa tijela, bata os ovos, as gemas e o açúcar até que os ingredientes fiquem bem incorporados. Retire o chocolate do fogo e junte aos poucos os ovos misturados. Mexa até que os ingredientes estejam integrados. Misture suavemente a farinha de trigo. Unte forminhas pequenas, próprias para petit gateau, com manteiga e farinha e asse em forno pré-aquecido a 250ºC, por cerca de 7 até 10 minutos (teste uma forminha antes, para saber a temperatura correcta de seu forno. O petit gateau deve estar consistente por fora e mole por dentro); Desenforme num prato e sirva acompanhado com gelado de creme.
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